quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Entre as coisas: A passagem do probatório ao batismo piscinianiano.
Geralmente, toda fase de semifinal de um ciclo, um jogo, uma etapa, uma série (tanta de TV quanto de Escola) é o momento onde o ser (que vivencia tal situação) é mais testado e provado, para captar sua força, equilíbrio e capacidade diante de tal momento (Viva os guerreiros orientais... Guerreiro Shaolin!!! Uhúúúúúú!).
Acredito que todo esse processo, esse ápice probatório é válido, pois seria como um critério de merecimento, se o tal indivíduo possui o devido merecimento da colheita aos louros...
Bem, muitoooooo beeeeemmmm...
Atrevo-me, senão, ouso a desenrolar todo esse encadeamento de pensamento, uma espécie de amaciamento filosófico... Para dizer que nos últimos tempos, estou a vivenciar empiricamente (Por que não, utilizar um pouco do vocabulário acadêmico? ^^D) esse processo.
Digo, ou melhor.... Escrevo que o primeiro semestre é um intenso momento probatório, principalmente, sua reta final... UFA! Afirmo esse pensamento com tanta propriedade, visto pela minha própria turma... Éramos cinqüenta e tantos bichos. Ávidos por conhecimento, temerosos pelos trotes e curiosos aos rostos até então eternizados pelas fotos dos Orkut’s e Messenger’s da vida a fora.
Hoje, faltando basicamente uma semana para as férias, somos cerca de trinta e poucos “Guerreiros Shaolins”, cujo sobreviveram a seminários, provas, fichamentos (tenso...), discussões fundamentalistas e acirradas e por que não a busca epistemológico do méééééétodo...
 Enfim... Como diz meu povo, fiz esse “arrudeio” todo (licença poética, básica...). Para retratar o quanto é bom o sentimento de findar esse ápice probatório, o quanto é bom a etapa do desespero do sofrimento, é como uma pá de gente diz... “Só se aprende sofrendo”, mesmo parecendo uma frase masoquista... Afinal, do que seria a vida sem pelo menos aprender?
Desse sofrimento que se tira uma pá de coisinhas que não se esquece, não só coisinhas, também, sensações, sentimentos, pessoinhas e, acentuo como principal os objetos...
Sim, sim, pessoinhas que surgem para auxiliar e atrapalhar... Mas no momento, não vou citá-los... Irei me reter a um item imprescindível, no qual me auxiliou para fazer algo de útil nessas últimas e longas madrugadas chuvosas...
 Minha querida caneca... Que armazenou o café quentinho para me manter lúcida e pensante frente minha produção, que aplacou minha sede, que me acalentou em momentos de desespero, trazendo um chazinho (uma das minhas melhores paixões gastronômicas)... Que me acordava armazenando parte do meu desjejum matinal.
Sei, é um ponto de vista micro/minimalista. Mas do que seria de nozes, seres pensantes (Como diria Descartes: “Penso, logo existo”) se não tivemos esses momentos microscópicos? Concordo que é meio louco ter essa perspectiva diante da vastidão universal que é a mente... Mas também rebato que são nos detalhes que se ressaltam possíveis sucessos, dos intentos e inerentes ápices probatórios nos quais o primeiro semestre e a vida, em si nos oferecem...
Lorotando...
A expressão: “Aaaah cavala batizada” já foi expelida pela minha boca diversas vezes e num belo átimo de intensa concentração me veio à construção visual da expressão...
Deixando de delongas e coisificações,
da Rafa.

Um comentário:

  1. Meu.. quanto probatórismo! kkkkkkkkkkkkkkk... ADOREI!!! principalmente... Cavala batizada! beu-ti-ful kkkkkkkkkkkkkk....

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